A polícia federal implicou nesta terça-feira o ex-presidente do grupo Silvio Santos, Luiz Sandoval, por gestão fraudulenta, prestação de informações não-fidedignas às instituições financeiras e formação de quadrilha. A averiguação é incluída às recentes fraudes no Pan Americano que geraram um rombo de R$ 4,3 bilhões no banco.
Segundo o advogado de Sandoval, depois do depoimento prestado pelo ex-executivo durante esta terça-feira na sede da PF, a polícia aponta que ele não estava ligado diretamente com o dia a dia do banco, entretanto garantiram que há indícios de que Sandoval teria conhecimento das operações irregulares que foram descobertas na última gestão da empresa.
Em afirmação, o ex-presidente do grupo Silvio Santos disse estar surpreso por ser processado por algo que não teria feito.
Além de Sandoval, outros sete executivos do Pan Americano foram apontados pelos crimes no banco depois das averiguações finais da Polícia Federal. Ainda esta semana os indiciamentos devem ser finalizados.
Na última segunda feira, o ex-presidente do banco, Rafael Palladino, foi ouvido. Este foi indiciado pela PF sob a denúncia de um aglomerado de seis crimes de tipos diversos no setor financeiro.
Além de Sandoval e Paladino, ainda vai ser ouvido o ex-diretor jurídico Luiz Augusto Teixeira de Carvalho Bruno. Os três deverão deixar o edifício da Polícia Federal em São Paulo sob acusações formais.
A lista de suspeitos tem também o ex-diretor financeiro Wilson Roberto De Aro, o ex-diretor de crédito e cobrança, Adalberto Saviolli, o responsável pela contabilidade do banco, Marcos Augusto Monteiro, o x-diretor de tecnologia, Eduardo de Ávila Pinto Coelho, e o mecânico Alexandre Toros, que é investigado como suporto "laranja" de Palladino nas fraudes.
Fonte:http://www.sidneyrezende.com/noticia/
terça-feira, 1 de novembro de 2011
"Naquele dia, bebi uísque com Rivotril", diz Luciano no 'Programa do Jô’.
Zezé di Camargo e Luciano participaram nesta terça-feira dia 1 das gravações do Programa do Jô. Ao apresentador, a dupla deu a tão esperada entrevista após a polêmica briga, na última quinta-feira dia 27, em um show em Curitiba (PR). Luciano celebrou a "volta" da dupla e admitiu ter misturado remédios com bebida alcoólica após a briga, causa que o fez ser internado na UTI: “tenho dificuldade para urinar, retenção de líquidos, e tomo diurético”. Naquele dia, bebi uísque com Rivotril (remédio para dormir).
Fazendo piadas com o irmão, Luciano assegurou que ele e Zezé não vão se separar. "Não vamos parar de jeito nenhum. Eu e o Zezé nunca tivemos uma discussão. Várias outras duplas tiveram brigas, mas a gente discutia por coisas bobas. Vou fazer um contrato com o Zezé: 'não me faça chorar mais'", brincou.
A gravação com os irmãos vai ao ar nesta terça-feira dia 1, por volta da 01h.
Impulsivo
A determinação de acabar com a dupla sertaneja não foi premeditada, de acordo com a dupla. "Estava certo de que não queria mais cantar. Peguei meu irmão e o Brasil todo de surpresa", declarou Luciano, já encarando a briga como águas passadas.
No último dia 27 de outubro, Zezé di Camargo e Luciano se desentenderam no camarim de um show em Curitiba, no Paraná. Zezé subiu sozinho ao palco e falou que o irmão tinha deixado o local.
Mais tarde, a segunda voz da dupla interrompeu a apresentação e divulgou que iria parar de cantar e que os irmãos encerariam a carreira em 2012.
Fonte:http://diversao.terra.com.br/tv/noticias/
Fazendo piadas com o irmão, Luciano assegurou que ele e Zezé não vão se separar. "Não vamos parar de jeito nenhum. Eu e o Zezé nunca tivemos uma discussão. Várias outras duplas tiveram brigas, mas a gente discutia por coisas bobas. Vou fazer um contrato com o Zezé: 'não me faça chorar mais'", brincou.
A gravação com os irmãos vai ao ar nesta terça-feira dia 1, por volta da 01h.
Impulsivo
A determinação de acabar com a dupla sertaneja não foi premeditada, de acordo com a dupla. "Estava certo de que não queria mais cantar. Peguei meu irmão e o Brasil todo de surpresa", declarou Luciano, já encarando a briga como águas passadas.
No último dia 27 de outubro, Zezé di Camargo e Luciano se desentenderam no camarim de um show em Curitiba, no Paraná. Zezé subiu sozinho ao palco e falou que o irmão tinha deixado o local.
Mais tarde, a segunda voz da dupla interrompeu a apresentação e divulgou que iria parar de cantar e que os irmãos encerariam a carreira em 2012.
Fonte:http://diversao.terra.com.br/tv/noticias/
SP: professores da USP apóiam estudantes que afrontaram a PM
A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo, integrada por representantes de professores, alunos e funcionários, desaprovou a ação da Polícia Militar no confronto com estudantes na noite da última quinta-feira. Para eles, a intervenção da PM "extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio" com a reitoria da USP.
O pronunciamento foi publicado no site da faculdade após uma sessão extraordinária feita na segunda-feira, que discutiu a detenção de três alunos por suposto porte de maconha, o confronto com a PM e a posterior invasão do prédio de administração da FFLCH como forma de protesto. A Congregação lembrou que "a intervenção da PM ocorreu em um espaço social sensível à presença de forças coercitiva, face ao histórico, ainda recente na memória coletiva da comunidade acadêmica, de intervenções policiais violentas durante a ditadura militar”. Apoio de acadêmicos
Além do apoio da Congregação, os alunos que confrontaram a PM na semana passada foram defendidos por professores da USP.
O professor livre-docente da Faculdade de Direito da USP, Jorge Luiz Souto Maior, critica a declaração que ele atribui ao governador Geraldo Alckmin sobre o conflito, de que "Ninguém está acima da lei". "Todos estão sob o império da lei, mas não pode haver obstáculos institucionalizados para a discussão pública da necessidade ou não de sua alteração." Ele acrescenta que "a lei deve ser fruto da vontade popular, fixado a partir de experiências democráticas, que tanto se estabelecem pelo meio institucionalizado da representação parlamentar quanto pelo livre pensar e pelas manifestações públicas espontâneas".
Querem, “isto sim, manifestar, democraticamente, sua contrariedade à presença da PM no Campus universitário”, diz ele, "não pelo fato de que a presença da polícia lhes obsta a prática de atos ilícitos, mas porque o ambiente escolar não é, por si, um caso de polícia".
Confronto com a PM
A confusão começou no início da noite de quinta-feira, após a PM flagrar três alunos portando maconha. Os estudantes detidos pela polícia foram levados ao 91º DP, onde assinaram um termo circunstanciado, e liberados.
Fonte:http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/
O pronunciamento foi publicado no site da faculdade após uma sessão extraordinária feita na segunda-feira, que discutiu a detenção de três alunos por suposto porte de maconha, o confronto com a PM e a posterior invasão do prédio de administração da FFLCH como forma de protesto. A Congregação lembrou que "a intervenção da PM ocorreu em um espaço social sensível à presença de forças coercitiva, face ao histórico, ainda recente na memória coletiva da comunidade acadêmica, de intervenções policiais violentas durante a ditadura militar”. Apoio de acadêmicos
Além do apoio da Congregação, os alunos que confrontaram a PM na semana passada foram defendidos por professores da USP.
O professor livre-docente da Faculdade de Direito da USP, Jorge Luiz Souto Maior, critica a declaração que ele atribui ao governador Geraldo Alckmin sobre o conflito, de que "Ninguém está acima da lei". "Todos estão sob o império da lei, mas não pode haver obstáculos institucionalizados para a discussão pública da necessidade ou não de sua alteração." Ele acrescenta que "a lei deve ser fruto da vontade popular, fixado a partir de experiências democráticas, que tanto se estabelecem pelo meio institucionalizado da representação parlamentar quanto pelo livre pensar e pelas manifestações públicas espontâneas".
Querem, “isto sim, manifestar, democraticamente, sua contrariedade à presença da PM no Campus universitário”, diz ele, "não pelo fato de que a presença da polícia lhes obsta a prática de atos ilícitos, mas porque o ambiente escolar não é, por si, um caso de polícia".
Confronto com a PM
A confusão começou no início da noite de quinta-feira, após a PM flagrar três alunos portando maconha. Os estudantes detidos pela polícia foram levados ao 91º DP, onde assinaram um termo circunstanciado, e liberados.
Fonte:http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Joana Machado diz a Frota: "o dinheiro é meu e ninguém tasca"
Joana Machado finalmente se pronunciou sobre as afirmações de Alexandre Frota, que declarou em algumas entrevistas ter direito a 20% do prêmio ganho pela personal trainer no reality show A Fazenda 4.
De acordo com Frota, eles consolidaram um contrato e ele teria facilitado a entrada de Joana no programa da Record.
Em entrevista a um telejornal da emissora, Joana foi direta sobre o fato: "o dinheiro é meu e ninguém tasca. Não assinei contrato nenhum com Frota. Não foi ele que me indicou para A Fazenda, nem para a 3 e nem para a 4", declarou.
Sobre o suposto contrato assinado, ela negou a existência e ainda questionou a postura de Alexandre. "Se ele realmente tivesse um contrato comigo ele não precisaria expor, era só sentar e conversar comigo. Eu não sei o que ele quer com isso", disse.
A personal trainer falou que não teve como se colocar diante das declarações, pois estava confinada no reality, e assegurou não manter contato com Frota. "Quando ele começou a falar isso eu não tinha nem como me defender, eu estava dentro da casa (do reality) ainda. Você não pode mentir, ainda mais para o público".
Fonte:http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/
De acordo com Frota, eles consolidaram um contrato e ele teria facilitado a entrada de Joana no programa da Record.
Em entrevista a um telejornal da emissora, Joana foi direta sobre o fato: "o dinheiro é meu e ninguém tasca. Não assinei contrato nenhum com Frota. Não foi ele que me indicou para A Fazenda, nem para a 3 e nem para a 4", declarou.
Sobre o suposto contrato assinado, ela negou a existência e ainda questionou a postura de Alexandre. "Se ele realmente tivesse um contrato comigo ele não precisaria expor, era só sentar e conversar comigo. Eu não sei o que ele quer com isso", disse.
A personal trainer falou que não teve como se colocar diante das declarações, pois estava confinada no reality, e assegurou não manter contato com Frota. "Quando ele começou a falar isso eu não tinha nem como me defender, eu estava dentro da casa (do reality) ainda. Você não pode mentir, ainda mais para o público".
Fonte:http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/
Record quer utilizar ex-panicats para causar polêmica
Já fora do ''Pânico na TV'', Juliana Salimeni e Nicole Bahls foram assediadas pelo ''Tudo é Possível'' para expor segredos
Oficialmente não desligadas do ''Pânico na TV'', as assistentes de palco Juliana Salimeni e Nicole Bahls podem acabar aparecendo na Record para expor segredos dos colegas da RedeTV!.
De acordo com a coluna Outro Canal, do UOL, o diretor do programa ''Tudo é Possível'', Vildomar Batista, estaria dialogando com as duas para definir todos os detalhes da participação. Elas seriam submetidas à máquina da verdade do quadro ''Vale Tudo, Só Não Vale Mentir''. O alvo é extrair declarações bombásticas das moças.
Em setembro, a atração apresentada por Ana Hickmann apresentou a ex-panicat Dani Bolina. A morena falou sobre o humorístico, seus bastidores e causou polêmica ao assegurar que algumas das dançarinas se prostituíam.
A revelação provocou uma confusão nos bastidores das emissoras, com as panicats tentando se defender, advogados de ambos os lados trocando ameaças e o interesse do Ministério Público em averiguar o fato.
Fonte:http://www.bonde.com.br/
Oficialmente não desligadas do ''Pânico na TV'', as assistentes de palco Juliana Salimeni e Nicole Bahls podem acabar aparecendo na Record para expor segredos dos colegas da RedeTV!.
De acordo com a coluna Outro Canal, do UOL, o diretor do programa ''Tudo é Possível'', Vildomar Batista, estaria dialogando com as duas para definir todos os detalhes da participação. Elas seriam submetidas à máquina da verdade do quadro ''Vale Tudo, Só Não Vale Mentir''. O alvo é extrair declarações bombásticas das moças.
Em setembro, a atração apresentada por Ana Hickmann apresentou a ex-panicat Dani Bolina. A morena falou sobre o humorístico, seus bastidores e causou polêmica ao assegurar que algumas das dançarinas se prostituíam.
A revelação provocou uma confusão nos bastidores das emissoras, com as panicats tentando se defender, advogados de ambos os lados trocando ameaças e o interesse do Ministério Público em averiguar o fato.
Fonte:http://www.bonde.com.br/
Estudante da USP exigem fim de acordo entre universidade e PM
Na manhã desta sexta-feira, os alunos da Universidade de São Paulo (USP) que invadiram o edifício da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) na noite desta quinta-feira depois de confronto com a Polícia Militar anunciaram uma nota informando que o edifício só será desocupado após o acordo entre a USP e a PM for suspenso.
Na nota, eles pedem a remoção "de todos os processos criminais e administrativos contra os estudantes, professores e funcionários". O conflito teve inicio quando policiais militares prenderam três jovens por porte de maconha na Cidade Universitária.
"Seguiremos ocupados até que o convênio (USP-PM) seja revogado pela reitoria, proibindo a entrada da PM no campus e em qualquer circunstância, bem como a garantia de autonomia nos espaços estudantis, como o Núcleo de Consciência Negra, Moradia Retomada, Canil da ECA, entre outros. Continuaremos aqui até que se retirem todos os processos criminais e administrativos contra os estudantes professores e funcionários".
- Estudantes da USP protestam contra prisão de aluno pego com maconha
Nesta manhã, a condição no campus era tranqüila. De acordo com o Sindicato dos trabalhadores da USP (Sintusp), que apóia a ação dos alunos, os manifestantes protestam contra a permanência da PM no campus.
No último dia oito de setembro, representantes da universidade e do comando da Polícia Militar formalizaram um acordo, de cinco anos, para acrescer a segurança no campus. A medida foi tomada depois da morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, que foi baleado quando se aproximava de seu veículo em um estacionamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA). Dois homens foram capturados e condenados por latrocínio.
O secretário estadual da Segurança Pública, coronel Álvaro Batista Camilo explicou, quando o acordo foi firmado, que mais 16 policiais passariam a fazer parte do efetivo da USP. Na época, ele garantiu que o consumo de droga é crime e que a pessoa pega cometendo esse delito seria conduzida ao distrito para assinar um termo circunstanciado e, se fosse o caso, a Polícia Civil seria ativada para averiguar se trata de tráfico de drogas.
Fonte:http://www.sidneyrezende.com/noticia/
Na nota, eles pedem a remoção "de todos os processos criminais e administrativos contra os estudantes, professores e funcionários". O conflito teve inicio quando policiais militares prenderam três jovens por porte de maconha na Cidade Universitária.
"Seguiremos ocupados até que o convênio (USP-PM) seja revogado pela reitoria, proibindo a entrada da PM no campus e em qualquer circunstância, bem como a garantia de autonomia nos espaços estudantis, como o Núcleo de Consciência Negra, Moradia Retomada, Canil da ECA, entre outros. Continuaremos aqui até que se retirem todos os processos criminais e administrativos contra os estudantes professores e funcionários".
- Estudantes da USP protestam contra prisão de aluno pego com maconha
Nesta manhã, a condição no campus era tranqüila. De acordo com o Sindicato dos trabalhadores da USP (Sintusp), que apóia a ação dos alunos, os manifestantes protestam contra a permanência da PM no campus.
No último dia oito de setembro, representantes da universidade e do comando da Polícia Militar formalizaram um acordo, de cinco anos, para acrescer a segurança no campus. A medida foi tomada depois da morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, que foi baleado quando se aproximava de seu veículo em um estacionamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA). Dois homens foram capturados e condenados por latrocínio.
O secretário estadual da Segurança Pública, coronel Álvaro Batista Camilo explicou, quando o acordo foi firmado, que mais 16 policiais passariam a fazer parte do efetivo da USP. Na época, ele garantiu que o consumo de droga é crime e que a pessoa pega cometendo esse delito seria conduzida ao distrito para assinar um termo circunstanciado e, se fosse o caso, a Polícia Civil seria ativada para averiguar se trata de tráfico de drogas.
Fonte:http://www.sidneyrezende.com/noticia/
Dublê falece em filmagens de "Os Mercenários 2"
Outros dois profissionais tiveram ferimentos em detonação
Um imprevisto ocorreu durante as filmagens de "Os Mercenários 2", que está sendo filmado na Bulgária, um dublê morreu e ficaram feridos outros dois.
Os dados são da revista "The Hollywood Reporter" em conjunto com a agência de notícias búlgara Sofia News.
Não há declarações de que algum protagonista do filme tenha se envolvido no acidente, que ocorreu depois que um barco foi detonado.
"Os Mercenários 2" reúne em seu elenco Sylverster Stalone e um time de astros dos longa de ação formado por Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis, Jean-Claude Van Damme e Chuck Norris.
Fonte:http://www.band.com.br/entretenimento/cinema/noticia/
Um imprevisto ocorreu durante as filmagens de "Os Mercenários 2", que está sendo filmado na Bulgária, um dublê morreu e ficaram feridos outros dois.
Os dados são da revista "The Hollywood Reporter" em conjunto com a agência de notícias búlgara Sofia News.
Não há declarações de que algum protagonista do filme tenha se envolvido no acidente, que ocorreu depois que um barco foi detonado.
"Os Mercenários 2" reúne em seu elenco Sylverster Stalone e um time de astros dos longa de ação formado por Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis, Jean-Claude Van Damme e Chuck Norris.
Fonte:http://www.band.com.br/entretenimento/cinema/noticia/
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